Cirurgia mamária
Correção das mamas tuberosas: melhora da forma e da autoconfiança
Melhora o tamanho e a forma dos seios por meio da colocação de implantes mamários ou da enxertia de gordura autóloga.
Desde 3500€

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74 €/mês
Simulação indicativa: 0% até 12 meses; restante a 9,5% TAN. Montante de 250 a 40.000 €. Financiamento sujeito a aprovação da entidade; TAEG conforme condições.
Tempo de intervenção
60 minutos
Anestesia
General
Repouso pós-operatório
24 horas
Efeitos visíveis
Imediatos
Recuperação
1 semana
Resultados
Para toda a vida
Marca dos implantes
Motiva®
Não somos franquia
Com equipe médica própria
O que são mamas tuberosas?
As mamas tuberosas são uma malformação congênita do tórax que ocorre durante a fase de desenvolvimento puberal, afetando a forma, o tamanho e a simetria das mamas. Essa condição, também conhecida como mamas tubulares, caracteriza-se por um desenvolvimento anômalo do tecido mamário, resultando em seios com formato alongado, base estreita e aparência mais cilíndrica ou tubular. Além disso, a aréola costuma apresentar-se dilatada e, em muitos casos, observa-se uma assimetria significativa entre as duas mamas.
Como é realizado o procedimento?
A correção das mamas tuberosas é um procedimento cirúrgico especializado que tem como objetivo proporcionar à mama um formato mais arredondado e natural. O processo geralmente envolve várias etapas:
- Avaliação inicial: O cirurgião avalia a gravidade da condição e discute as opções com a paciente, garantindo que as expectativas sejam realistas.
- Técnicas cirúrgicas: O procedimento pode incluir a liberação do tecido mamário constritivo, a colocação de implantes para aumentar o volume e a remodelação do tecido glandular. Em alguns casos, também se corrige a posição do mamilo para alcançar uma aparência mais simétrica.
- Fechamento e recuperação: As incisões são cuidadosamente fechadas para minimizar cicatrizes. A recuperação envolve seguir as orientações do cirurgião para assegurar uma cicatrização adequada e resultados ótimos.

Fotos de antes e depois de mamas tuberosas
Paciente ideal
O paciente ideal para a correção de mamas tuberosas é aquela pessoa que apresenta uma malformação congênita no desenvolvimento do tórax e deseja melhorar a forma, a simetria e a proporção dos seios por meio de uma cirurgia plástica especializada. Essa condição geralmente se manifesta na adolescência, quando as mamas não se desenvolvem de maneira uniforme e adquirem um aspecto alongado ou cônico, com aréolas aumentadas ou herniadas e uma base mamária estreita.
O candidato ideal é uma pessoa em bom estado geral de saúde, sem doenças que possam afetar a cicatrização ou a recuperação pós-operatória. Também é importante que o paciente já tenha alcançado a maturidade do desenvolvimento mamário, o que normalmente ocorre por volta dos 18 anos, para garantir que a cirurgia seja realizada somente após o completo crescimento natural do tórax.
Outro fator fundamental é que o paciente tenha expectativas realistas quanto aos resultados do procedimento. A cirurgia para mamas tuberosas pode melhorar significativamente a proporção e a harmonia do peito, mas é essencial que o paciente compreenda tanto os benefícios quanto as limitações da intervenção. Em alguns casos, a cirurgia pode ser associada ao uso de implantes mamários, à mastopexia ou à remodelação do tecido glandular para alcançar um resultado mais equilibrado.
Além disso, o paciente deve estar disposto a seguir as orientações médicas pré e pós-operatórias para assegurar uma recuperação adequada e minimizar os riscos de complicações. Isso inclui evitar o tabaco, manter um peso estável e comprometer-se a realizar o acompanhamento médico após a cirurgia.
Cuidados e exames pré-operatórios na correção das mamas tuberosas
Antes da cirurgia, é essencial realizar avaliações e exames para garantir a segurança do procedimento:
- Avaliação médica completa: histórico clínico e exame físico.
- Mamografia ou ecografia mamária: para descartar patologias.
- Exames laboratoriais: análises de sangue e outros testes.
- Recomendações prévias: evitar tabaco e medicamentos que possam afetar a coagulação.
Cuidados e exames pós-operatórios
Após a cirurgia, seguir corretamente as orientações médicas é fundamental:
- Uso de sutiã pós-operatório: mantém a forma e reduz o inchaço.
- Evitar esforços físicos: não levantar peso nem praticar exercícios intensos nas primeiras semanas.
- Revisões médicas regulares: para acompanhar a cicatrização e o resultado estético.
- Cuidado das cicatrizes: com cremes, adesivos de silicone ou tratamentos recomendados.
- Controle da dor e inflamação: com a medicação prescrita e descanso adequado.

Qual é o preço da correção das mamas tuberosas?
O preço do procedimento de correção das mamas tuberosas varia de acordo com a complexidade do caso e a clínica onde é realizado. Em média, o valor pode variar entre 3500 e 5500 euros.
É importante considerar não apenas o custo, mas também a experiência do cirurgião e a qualidade do atendimento que será oferecido.
- Grau de correção necessário: dependendo da gravidade da deformidade e do nível de correção exigido, o preço pode aumentar.
- Técnica cirúrgica utilizada: algumas técnicas são mais complexas e podem exigir mais tempo e recursos, elevando o custo.
- Uso de implantes: se forem utilizados implantes mamários para dar forma ou volume, isso terá impacto no valor total.
- Materiais adicionais: em certos casos, pode ser necessário o uso de enxertos de pele ou tecidos, o que também influencia o preço.
- Duração da cirurgia: quanto mais longo for o procedimento, maior será o custo associado.
- Atenção pós-operatória: a quantidade e o tipo de cuidados após a cirurgia, como consultas de revisão ou tratamentos complementares, também afetam o valor final.

Perguntas frequentes sobre as mamas tuberosas
- De que marca são os implantes?
- A cirurgia de mamas tuberosas é dolorosa?
- Quanto tempo dura a recuperação?
- Os implantes são necessários para corrigir as mamas tuberosas?
- A cirurgia afeta a sensibilidade?
- As cicatrizes são visíveis?
- Quando os resultados finais podem ser vistos?
- Quais são os fatores de risco associados à correção de mamas tuberosas?
- Infecção: como em qualquer cirurgia, existe risco, especialmente se não forem seguidos os cuidados pós-operatórios.
- Cicatrizes visíveis: embora geralmente mínimas, em alguns casos podem ser mais evidentes dependendo da técnica utilizada.
- Assimetria: é possível que os resultados não sejam totalmente simétricos, já que a forma natural das mamas pode ser difícil de corrigir completamente.
- Perda de sensibilidade: pode ocorrer perda temporária ou permanente, especialmente nos mamilos.
- Problemas com os implantes: há risco de deslocamento, ruptura ou contratura capsular, podendo exigir nova intervenção.
- Necrose da pele ou do tecido: em casos raros, pode ocorrer morte do tecido devido a alterações na circulação sanguínea.
- Dificuldade para amamentar: algumas técnicas podem afetar a capacidade de amamentação no futuro.
- A cirurgia afeta a amamentação?
- É necessário usar um sutiã especial após a cirurgia?
- As mamas tuberosas afetam a saúde ou apenas a estética?
- É normal haver assimetria nas mamas tuberosas?
- As mamas tuberosas podem ser corrigidas sem cirurgia?
- A partir de que idade é possível realizar a cirurgia?
- Posso realizar a cirurgia se planejo ter filhos no futuro?
A Clínica EGOS utiliza apenas os melhores implantes do mercado, Motiva, sendo a melhor opção em termos de conforto e estética. Os implantes proporcionam um resultado natural e harmonioso.
A cirurgia é realizada sob anestesia geral, portanto a paciente não sente dor durante o procedimento. Depois, qualquer desconforto é controlado com medicamentos prescritos.
A recuperação inicial pode levar entre 1 e 2 semanas, mas recomenda-se evitar atividades físicas intensas durante pelo menos 4 a 6 semanas.
Embora não sejam obrigatórios, os implantes são fundamentais para tratar com sucesso esse problema. Eles permitem que a glândula mude de forma e se adapte, sendo a principal opção para corrigir mamas tuberosas. Além disso, podem ser exploradas alternativas como o uso de tecidos e gordura de outras áreas do corpo, de forma independente ou combinada com implantes.
Na fase inicial do pós-operatório, é comum haver perda de sensibilidade na região da aréola, mas esta vai sendo recuperada progressivamente nos dias seguintes à intervenção.
As cicatrizes são feitas em áreas discretas e tendem a atenuar-se com o tempo, tornando-se minimamente visíveis.
Os resultados finais podem ser apreciados completamente entre 3 e 6 meses, após o desaparecimento do inchaço.
Os riscos incluem:
Na maioria dos casos, não. No entanto, se for realizada uma mastopexia ou ajustes significativos no tecido mamário, pode haver alguma interferência.
Sim. Recomenda-se o uso de um sutiã cirúrgico ou esportivo nas primeiras semanas para fornecer suporte, reduzir o inchaço e melhorar a cicatrização.
As mamas tuberosas afetam principalmente a estética, embora também possam impactar o bem-estar emocional e a autoestima. Esta malformação congênita causa formato alongado e incomum da mama, base estreita e, em muitos casos, aréolas aumentadas ou herniadas. Apesar de não representarem risco direto para a saúde física, podem gerar desconforto psicológico, insegurança e dificuldades ao vestir certos tipos de roupa.
Sim. É muito comum que as mamas tuberosas apresentem assimetria, ou seja, que um seio seja visivelmente diferente do outro em tamanho, forma ou posição da aréola. A cirurgia é frequentemente procurada justamente para corrigir essa diferença, proporcionando um resultado mais harmonioso e natural.
Infelizmente, não. As mamas tuberosas são uma malformação congênita causada por uma alteração estrutural do tecido mamário. Tratamentos não cirúrgicos, como sutiãs especiais ou preenchimentos, podem melhorar temporariamente a aparência, mas apenas a cirurgia plástica pode expandir a base mamária, remodelar a glândula e reduzir a aréola se necessário.
A correção das mamas tuberosas pode ser realizada a partir dos 18 anos, quando o desenvolvimento mamário está completo. Em casos excepcionais, se a malformação for muito acentuada e afetar emocionalmente a paciente, pode-se considerar antes dos 18 anos, sempre com avaliação médica rigorosa e consentimento familiar.
Sim, é possível. No entanto, é importante saber que gravidez e amamentação podem alterar os resultados estéticos da cirurgia. Mudanças hormonais, ganho de peso e produção de leite podem causar nova flacidez ou alterar o formato obtido. Muitas técnicas preservam a capacidade de amamentação, mas procedimentos que envolvem redução da aréola ou reposicionamento do mamilo podem comprometer essa função. Se houver planos de maternidade em curto prazo, o cirurgião pode recomendar adiar a cirurgia ou adaptar a técnica utilizada.

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